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Portuguese FAL P2 2018 hlayiso.com

Subject: Portuguese FALGrade 12201811 pages
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Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE EXAMINATION NOVEMBER 2018 PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Time: 2 hours 70 marks PLEASE READ THE FOLLOWING INSTRUCTIONS CAREFULLY 1. This question paper consists of 11 pages. Please check that your question paper is complete. 2. Answer ALL questions in the Answer Book. 3. Number your answers exactly as the questions are numbered. 4. Start each section on a new page. 5. It is in your own interest to write legibly and to present your work neatly. IEB Copyright © 2018 PLEASE TURN OVER
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 2 of 11 Responda apenas a duas perguntas: um ensaio e uma pergunta direcionada. SECÇÃO A ROMANCE/NOVEL O último voo do flamingo, Mia Couto PERGUNTA 1 − Apanharam! Já apanharam o explodidor! Na rua se amontoavam as gentes, num balbulício, de entre elas se distinguia o italiano. Juntei-me a ele. − Que se passa? − Prenderam um homem. Fomo-nos aproximando dos polícias que escoltavam um homem pequeno, coxo. Estava de costas, mas, quando se virou, vi que era o padre Muhando. Abri espaço e me cheguei a ele, chamando: − Padre Muhando! − Dizem que fui eu que fiz as explosões. − Que disparate! E o padre não lhe explicou? − Expliquei, confessei tudo. − Confessou? − Sim. Fui eu mesmo que fiz explodir essa estrangeirada. O espanto me sobrava. Olhei o italiano que retirava de um saco plástico a sua máquina fotográfica. Um polícia advertiu o estrangeiro: nada de fotografias, o momento não era apropriado. O italiano solicitou acesso à sala onde se aprisionara o sacerdote, [...]. [Mas] Só na manhã seguinte Estêvão Jonas aceitou que visitássemos o prisioneiro. Sentado num banco de curandeira, o padre Muhando matabichava. Nos aproximámos e me surpreendi com a sua refeição: o homem molhava o peixe frito no chá. Ele sorridente: − Assim, o peixe fica açucaroso. Falava para mim e me pedia que eu traduzisse. Expliquei que isso não era necessário, mas ele insistiu: − Traduz! Estranhei o homem que andava sempre indisposto parecia agora estar na sétima quinta. Mas ele, afinal, nem me deu tempo a falar. − Agora, uma coisa: o senhor nunca, mas nunca me fotografe nem me grave. Quem é o senhor para andar a gravar e fotografar sem autorização? O italiano cabisbaixou-se e pediu desculpa. O italiano já não encontrava mais graça ao escutar o relato. O padre era uma criatura digna de descrédito. Confirmava o que tinha ouvido dizer: o religioso enlouquecera, esquecendo suas devotas obrigações. Regressámos ao hotel. A loucura do sacerdote parecia ter abatido o estrangeiro. O sacerdote falara muito e dissera pouco. Massimo Risi se sentou frente ao relatório, mastigando a caneta. A página adormeceu em branco. Me retirei para a solidão do meu aposento. Fiquei um tempo acordado pensando na presença desse italiano. Porquê o nosso país carecia de inspetores aos olhos do Mundo? Abafado, ecoando no corredor como uma reza, se escutava o canto de Temporina. [texto adaptado e com supressões] IEB Copyright © 2018
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 3 of 11 1.1 Identifique o narrador, classifique-o e interprete a sua função na obra. (5) 1.2 1.2.1 − Sim. Fui eu mesmo que fiz explodir essa estrangeirada. O padre Muhando refere explosões. Explique que explosões foram essas. (3) 1.2.2 À luz do romance, especifique o seu simbolismo. (5) 1.3 O padre confessa ter detonado as explosões. É verdade? Terá sido o padre o causador das explosões? Explique. (4) 1.4 1.4.1 O italiano cabisbaixou-se e pediu desculpa. O italiano já não encontrava mais graça ao escutar o relato. Explique quem é o italiano referido e por que razão se deslocou a Moçambique. (2,5) 1.4.2 Retire do texto uma ou duas frases que demonstrem que o italiano não é bem recebido pelos moçambicanos. (2,5) 1.5 O italiano cabisbaixou-se e pediu desculpa. Massimo Risi se sentou frente ao relatório, mastigando a caneta. A página adormeceu em branco. 1.5.1 Apresente o significado das expressões sublinhadas. (3) 1.5.2 Indique e justifique a figura de estilo de A página adormeceu em branco. (3) 1.6 Abafado, ecoando no corredor como uma reza, se escutava o canto de Temporina. 1.6.1 Especifique quem é Temporina. (3) 1.6.2 Avalie a sua função na obra. (4) [35] OU PERGUNTA 2 O que não pode florir no momento certo acaba explodindo depois. (Outro dito de Tizangara) Pode dizer-se que o dito acima aponta implicitamente para um dos motivos principais da escrita do romance. Interprete o dito acima, deslinde o seu significado, e exponha minuciosamente a sua importância como ponto explicativo da intenção subjacente da trama. [35] 35 marks IEB Copyright © 2018 PLEASE TURN OVER
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 4 of 11 SECÇÃO B PEÇA DE TEATRO/DRAMA Deus lhe pague, Joracy Camargo PERGUNTA 3 Recorde a peça de teatro que estudou durante o ano e responda às perguntas. Outro: Enlouqueceu? Mendigo: Esteve no hospício durante muitos anos, convencida de que era a mulher mais rica do mundo! Outro: E o senhor? Mendigo: Fui preso e condenado a seis anos de prisão celular, como assaltante. Outro: Sofreu muito? Mendigo: Durante um ano. Depois, compreendi que a vida é uma sucessão de acontecimentos inevitáveis ... como a chuva, o vento, a tempestade ... o dia e a noite ... Tudo o que acontece é a vida. O senhor pode evitar que chova? Outro: Não! Mendigo: Pois as desgraças também são inevitáveis. (Pausa). Outro: E Maria? Mendigo: Minha mulher? Visitei-a muitas vezes no hospício, depois que saí da prisão. Um dia, a pobrezinha desapareceu. Dizem que anda pelas ruas a divertir os moleques. Outro: Nunca mais a viu? Mendigo: Nunca. Outro: Como é triste a sua vida, meu velho!... Mendigo: Não. Viver é raciocinar. E o raciocínio é o supremo bem da vida. Quem raciocina não sofre ... Outro: Realmente, complicaram muito a vida, sem necessidade nenhuma. Mendigo: É por isso que eu abandono a vida ... essa vida complicada pelos outros. Vivo à margem. Sou espectador do sofrimento humano e deixo que os homens lutem para se livrar dos seus próprios erros. (Neste momento entra uma linda e elegantíssima mulher que se dirige para a igreja, como se estivesse procurando alguém. Mendigo esconde-se sob o chapéu.) Outro: Favoreça a um pobre que tem fome! (A mulher elegante dá e procura outro níquel na bolsa, para dar ao Mendigo, aproximando-se dele). Nossa senhora a acompanhe! A mulher elegante: Ámen! (Dá um níquel ao mendigo e entra na igreja). Outro: Deve ser muito rica. Deu-me dois mil réis. Mendigo: É a mulher que vive comigo ... Outro: E ela sabe que o senhor é mendigo? Mendigo: Não. Para ela eu sou um capitalista! E a um capitalista não se pergunta a profissão! Outro: Porquê? Mendigo: (Risonho). Porque é feio ... 3.1 Explicite quem era o Outro, e que papel desempenha na peça de teatro. (2) 3.2 3.2.1 Explique o que causou a loucura da mulher do Mendigo, e por que foi o Mendigo preso. (3) 3.2.2 Explicite qual era a presente situação da mulher do Mendigo. (2) IEB Copyright © 2018
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 5 of 11 3.3 Explicite como a prisão celular de seis anos influiu o pensamento do mendigo. (5) 3.4 Mendigo: Durante um ano. Depois, compreendi que a vida é uma sucessão de acontecimentos inevitáveis ... como a chuva, o vento, a tempestade ... o dia e a noite ... Tudo o que acontece é a vida. O senhor pode evitar que chova? De acordo com a filosofia subjacente, a fala acima significa que, quando preso, o Mendigo: Deixou de lutar pela vida Toma uma atitude submissa Acha que não se pode lutar contra o destino Mostra-se fatalista, mas sem crer no destino (1) 3.5 Mendigo: Durante um ano. Depois, compreendi que a vida é uma sucessão de acontecimentos inevitáveis ... como a chuva, o vento, a tempestade ... o dia e a noite ... Tudo o que acontece é a vida. O senhor pode evitar que chova? Comente a expressividade da pontuação da fala acima transcrita. (4) 3.6 Outro: Como é triste a sua vida, meu velho! ... Mendigo: Não. Viver é raciocinar. E o raciocínio é o supremo bem da vida. Quem raciocina não sofre .... O Mendigo apresenta uma maneira prática de pensar. O Mendigo, como é racional, não tem limites na vida. O Mendigo acha que os sentimentos trazem a felicidade. O Mendigo não se deixa conduzir pelas emoções porque estas o (1) levarão ao sofrimento. 3.7 Outro: Realmente, complicaram muito a vida, sem necessidade nenhuma. À luz da filosofia do Mendigo, quem é que complicou a vida? Explicite. (3) IEB Copyright © 2018 PLEASE TURN OVER
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 6 of 11 3.8 3.81 O Mendigo pede esmola à porta de uma igreja. O que é que essa experiência lhe permite ver na sociedade? A sinceridade com que as pessoas vão à igreja regularmente. As pessoas só vão à igreja quando têm a consciência pesada por terem feito algo de errado. As pessoas imaginam que Deus lhes perdoará o mal feito se derem esmola. A falsidade dos que se dirigem à igreja. A ilusão com que se dirigem à igreja por pensarem que o que (1) de errado fizeram será obliterado. 3.8.2 Complete a frase com um período retirado do texto. Por isso o Mendigo diz que é ... (2) 3.9 (Neste momento entra uma linda e elegantíssima mulher que se dirige para a igreja, como se estivesse procurando alguém. Mendigo esconde-se sob o chapéu.) 3.9.1 Explique quem é a mulher que dá uma boa esmola ao Outro. (3) 3.9.2 Recordando o estudo desta peça de teatro que efetuou durante o ano, comente a sua atitude à luz da trama. (3) 3.10 Avalie a crítica subjacente nas seguintes falas do mendigo. Mendigo: Não. Para ela eu sou um capitalista! E a um capitalista não se pergunta a profissão! Outro: Porquê? Mendigo: (Risonho). Porque é feio ... (5) [35] OU PERGUNTA 4 É por isso que eu abandono a vida ... essa vida complicada pelos outros. Vivo à margem. Deus lhe pague transmite-nos uma sólida mensagem de alcance universal, tendo nítidos propósitos de denunciar certas questões sócio-culturais-económicas da vida brasileira. Indique que classe ou classes representa o Mendigo, que denúncias efetua e, à luz desta afirmação, como se concretizou o abandono da vida e o viver à margem da sociedade. [35] 35 marks IEB Copyright © 2018
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 7 of 11 SECÇÃO C CONTO/SHORT STORY «Nevoeiro na cidade», de Mário Dionísio PERGUNTA 5 E, de repente, deu com os olhos no espelho. Os olhos, o nariz, um pedaço da boca. Nada mais. Ali os papos dos olhos inchavam, as rugas cavavam-se, os olhos tornavam-se maiores e entravam por ele dentro com uma frieza de faca. Mudos, Perscrutadores. Sabiam tudo e queriam saber sempre ainda mais. Saber o quê? A custo os desviou e voltou a atirá-los lá para fora. Névoa, névoa. Não esquecer um minuto a Luísa, o Edmundo, os outros todos. Senti-los à sua volta, apesar do nevoeiro, atravessando o nevoeiro, pondo-lhe a mão no ombro. ............................................. De repente retesou-se todo, à escuta. Saltou para o chão. Estava sempre a confundir os ruídos do andar de baixo ou dos quartos do lado com possíveis passos na escada. [...] Não arredava pé, colado à porta, com o coração a bater no pescoço, a mão grudada à fechadura. E era sempre afinal alguém para outro andar, para outro quarto. [...] Mais passos na escada. Queria lá saber agora de passos na escada! Num prédio daqueles não havia de se ouvir passos na escada? Eram no corredor? Pois eram. Era preciso estar louco de todo para se ralar com isso. Mas os passos pararam. Ali. Estava alguém parado ali, à sua porta. Estendeu a mão no escuro e encontrou o lavatório, o bordo frio da bacia esmaltada. Instintivamente, agarrou nela. Não pesaria um quilo. Mas era o que tinha à mão e por nada desviaria os olhos da área onde ficava a porta. Não abriria. Quem entrasse tê-lo-ia pela frente. Era ao menos um plano: tê-lo-iam pela frente. Relembre o estudo que realizou sobre o conto em epígrafe e responda às questões formuladas. 5.1 Efectue o enquadramento histórico do conto. (4) 5.2 O homem retesou-se todo; não arredava pé, colado à porta; estava alguém ali, à sua porta; estendeu a mão no escuro e encontrou o lavatório; quem entrasse tê-lo-ia pela frente. 5.2.1 Comente a tensão em que o homem vivia. (3) 5.2.2 Indique quem esperava o homem que fosse. (2) 5.3 Caracterize o homem, a personagem principal. (5) 5.4 E, de repente, deu com os olhos no espelho. Os olhos, o nariz, um pedaço da boca. Nada mais. Ali os papos dos olhos inchavam, as rugas cavavam- se, os olhos tornavam-se maiores e entravam por ele dentro com uma frieza de faca. Proceda a um pequeno comentário da descrição acima. (3) IEB Copyright © 2018 PLEASE TURN OVER
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 8 of 11 5.5 Essa personagem não é designada pelo nome. Será este facto importante? O que representa uma personagem sem nome? Justifique a ausência do nome. (3) 5.6 O conto transcende o contexto em que foi escrito. Justifique. (3) 5.7 O homem lembra-se de Luísa, de Edmundo e de outros, que são apenas mencionados. Justifique o que representam. (3) 5.8 Senti-los à sua volta, apesar do nevoeiro, atravessando o nevoeiro, pondo- lhe a mão no ombro. Explique o significado de: 5.8.1 atravessando o nevoeiro (3) 5.8.2 pondo-lhe a mão no ombro. (3) 5.8.3 Não abriria. Quem entrasse tê-lo-ia pela frente. Era ao menos um plano: tê-lo-iam pela frente. (3) [35] OU PERGUNTA 6 A noite focada no conto, a densa névoa e o nevoeiro são mais do que elementos físicos: são metáforas de um país sufocado pela ditadura. Recordando o que estudou durante o ano letivo, desenvolva o significado do cenário abordado neste conto. [35] 35 marks IEB Copyright © 2018
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 9 of 11 SECÇÃO D POESIA/POETRY PERGUNTA 7 «Poema do futuro cidadão», de José Craveirinha Vim de qualquer parte de uma Nação que ainda não existe. Vim e estou aqui! Não nasci apenas eu nem tu nem nenhum outro ... mas Irmão. Mas tenho amor para dar às mãos cheias. Amor do que sou e nada mais. E tenho no coração gritos que não são meus somente porque venho de um País que ainda não existe. Ah! Tenho meu Amor a todos para dar do que sou. Eu! Homem qualquer Cidadão de uma Nação que ainda não existe. Discuta o tema da fraternidade, ponto essencial da composição poética, através da destrinça da linguagem estética (efeitos morfossintáticos, pontuação, estrutura estrófica). Consusbtancie todas as suas afirmações. O seu ensaio deve constituir um todo coerente com introdução, desenvolvimento e conclusão. [35] IEB Copyright © 2018 PLEASE TURN OVER
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 10 of 11 OU PERGUNTA 8 «Amargos como os frutos» de Paula Tavares "Dizes-me coisas tão amargas como os frutos ..." Provérbio Kwanyama Amado, porque voltas com a morte nos olhos e sem sandálias como se um outro te habitasse num tempo para além do tempo todo Amado, onde perdeste tua língua de metal a dos sinais e do provérbio com o meu nome inscrito onde deixaste a tua voz macia de capim e veludo semeada de estrelas Amado, meu amado o que regressou de ti é tua sombra dividida ao meio é um antes de ti as falas amargas como os frutos Na sua poesia, Paula Tavares debruça-se sobre os sentimentos da mulher africana, fazendo destacar emoções que se podem considerar universais. O livro de onde o poema foi extraído, Dizes-me coisas amargas como os frutos, tem a guerra civil como temática principal e nele vivem mulheres que perderam filhos e maridos, mulheres que esperam em vão, mulheres que se rebelam contra as agruras da vida 8.1 O eu poético sente um estranhamento com o regresso do marido. Explique o que nota ela de estranho no marido. Transcreva os versos que ilustram a sua resposta. (3) 8.2 Explique o que significa «como se um outro te habitasse». (3) 8.3 O amado regressa sem sandálias. O que representam as sandálias? (3) 8.4 Indique os versos que indicam que o marido é um ser dividido, fragmentado. (3) IEB Copyright © 2018
Downloaded from hlayiso.com NATIONAL SENIOR CERTIFICATE: PORTUGUESE FIRST ADDITIONAL LANGUAGE: PAPER II Page 11 of 11 8.5 Contraste as falas do marido antes de ele se ausentar, com as falas depois do regresso. Caracterize as falas do marido tal como o eu poético as sente. (4) 8.6 O amado tinha sido um griote. Aponte os versos que ilustram esta afirmação. (4) 8.7 Interprete o sentido do verso: voz semeada de estrelas. (4) 8.8 Indique os versos reveladores da dor causada pela guerra no amado. (3) 8.9 A composição apresenta marcas de oralidade. Apresente exemplos e justifique. (4) 8.10 Diz-se que Paula Tavares se expressa como guardiã da palavra e da memória ancestrais. Explique de que maneira tal se revela na composição. (4) [35] 35 marks Total: 70 marks IEB Copyright © 2018

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